Convite
" A Igreja convida-nos a aprender de Maria (...) a contemplar o projecto de amor do pai pela humanidade, para amá-la como Ele a ama."
Mensagem Bento XVI, Dia Mundial das Missões 2010
quinta-feira, 31 de agosto de 2017
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Por que
comemoramos o Dia dos Avós em 26 de julho?
Tradição religiosa teria determinado a data em que
celebramos os velhinhos mais queridos da família
No Brasil e em Portugal, o dia 26 de julho é lembrado
como o Dia dos Avós. Você sabe por quê?
A mais popular das explicações vem do catolicismo. O
Papa Paulo VI, que governou a Igreja Católica de 1963 até 1978, escolheu esta
data para homenagear Santa Ana e São Joaquim, os pais da Virgem Maria,
canonizados pelo papa Gregório VIII em 1584.
Os nomes de Ana e Joaquim não constam na bíblia, mas
sim em um dos evangelhos apócrifos, ou seja, textos não aceitos como autênticos
pelas primeiras comunidades cristãs, mas válidos enquanto documentos
históricos.
De acordo com uma antiga tradição católica, Ana e Joaquim
já estavam com idade avançada e ela ainda era estéril, o que a impedia de ter
filhos. Apesar disso, eles não desistiam de pedir a Deus esta bênção e, por
bastante tempo, rezaram por um milagre.
Certo dia, quando Joaquim havia se retirado para suas
orações e penitências, um anjo veio lhe visitar avisando que era hora de voltar
para casa, pois suas preces seriam atendidas. O milagre veio. Alguns meses
depois, Ana deu à luz Maria.
Quando a menina estava grande, eles a entregaram ao
Templo de Jerusalém e de lá Maria só saiu para se casar com José. Algum tempo
mais tarde, ela viria a ser a mãe de Jesus, neto de Ana e de Joaquim.
Como a vida civil e o catolicismo foram bastante
ligados em Portugal durante séculos, não demorou muito para que a data
religiosa passasse a ser celebrada inclusive fora das igrejas, como em
escolas e comunidades rurais.
Oração pelos avós
Ó Deus eterno e todo-poderoso,
em vós vivemos, nos movemos e somos.
Nós vos louvamos e bendizemos por terdes
dado a estes vossos filhos e filha,s
nossos queridos vovôs e nossas queridas vovós,
uma vida longa com perseverança na fé e em boas obras.
Concedei que eles, confortados pelo carinho
dos filhos, netos e amigos,
se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença,
a fim de que, revigorados com a vossa bênção,
consagrem o tempo da idade madura ao vosso louvor,
seguindo o exemplo de São Joaquim e de Santa Ana,
que, na fidelidade à Palavra de Deus,
cumpriram sempre a vontade de servir e de amar a todos.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
em vós vivemos, nos movemos e somos.
Nós vos louvamos e bendizemos por terdes
dado a estes vossos filhos e filha,s
nossos queridos vovôs e nossas queridas vovós,
uma vida longa com perseverança na fé e em boas obras.
Concedei que eles, confortados pelo carinho
dos filhos, netos e amigos,
se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença,
a fim de que, revigorados com a vossa bênção,
consagrem o tempo da idade madura ao vosso louvor,
seguindo o exemplo de São Joaquim e de Santa Ana,
que, na fidelidade à Palavra de Deus,
cumpriram sempre a vontade de servir e de amar a todos.
Por Cristo, nosso Senhor.
Amém.
(via Sempre Família)
quarta-feira, 19 de julho de 2017
Media: DOCAT apresenta décimo nono episódio
Media: DOCAT apresenta décimo nono episódio: A Paulus editora acaba de editar o décimo nono episódio da série DOCAT com a pergunta «O pecado também tem uma dimensão social?».
Ao longo de mais de um minuto o padre Tiago Neto, diretor do Setor da catequese do Patriarcado de Lisboa, responde à pergunta do DOCAT, o catecismo da Doutrina Social da Igreja para os mais jovens.
A série Minuto DOCAT é uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.
Ao longo de mais de um minuto o padre Tiago Neto, diretor do Setor da catequese do Patriarcado de Lisboa, responde à pergunta do DOCAT, o catecismo da Doutrina Social da Igreja para os mais jovens.
A série Minuto DOCAT é uma produção da Editora Paulus a que o Educris se associa. Um bom recurso para docentes de EMRC, alunos, catequistas e catequizandos bem como aos demais agentes de pastoral.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
18
pessoas deixam o seu emprego e 10 pedem licença sem vencimento para partir em
missão
Lisboa, 13 jul 2017 (Ecclesia) - A
Fundação Fé e Cooperação (FEC), organismo da Igreja Católica em Portugal,
anunciou hoje que 1403 pessoas vão dedicar-se a ações de voluntariado
missionário em 2017.
“389 jovens e adultos realizam projetos de
voluntariado missionário em países em vias de desenvolvimento e 1014 desenvolve
atividades de voluntariado/missão em Portugal”, refere um comunicado da
instituição, enviado hoje à Agência ECCLESIA.
Este é um número global mais alto do que
em 2016, verificando-se um aumento no número de voluntários que parte para
missões fora da Europa, segundo dados estatísticos da Rede de Voluntariado
Missionário coordenada pela FEC – Fundação Fé e Cooperação.
O elenco inclui voluntários que abdicam
dos seus empregos e salários para partir em missão
“Com idades compreendidas entre os 18 e os
50 anos, 18 pessoas deixam o seu emprego e 10 pedem uma licença sem vencimento
para partir este ano para países em desenvolvimento”, assinala a nota de
imprensa.
A este número somam-se 10 desempregados
que vão dedicar-se a experiências de voluntariado missionário.
Os 389 voluntários portugueses que saem do
país estão distribuídos por vários países: Cabo Verde vai acolher 89
voluntários; Moçambique, 76; São Tomé e Príncipe recebe 70; Guiné-Bissau, 65;
Angola, 38; Brasil, 27; Timor-Leste, 9; Espanha, 5; Honduras, 4; a Zâmbia
acolhe 2 voluntários; com destino à República Centro Africana partem dois
voluntários; e para o Perú partem outros dois.
349 pessoas partem para projetos de curta
duração, isto é, em missões que podem ir de 15 dias a 6 meses; 40 pessoas
partem em projetos de longa duração (entre 7 meses a 2 ou mais anos).
“A maior parte dos voluntários que parte
entre janeiro e dezembro de 2017 tem idades compreendidas entre 18 e 35 anos,
sendo 87% estudantes, recém-licenciados ou pessoas empregadas que dedicam o seu
tempo de férias para se integrar no desenvolvimento de projetos de voluntariado
internacional”, assinala o comunicado.
No total, 70% são mulheres e 30%
homens, precisa a FEC.
As principais áreas de intervenção das
entidades são a agricultura, animação sociocultural, construção de
infraestruturas, educação e formação, pastoral, saúde, dinamização comunitária,
entre outras necessidades sentidas no decorrer dos projetos.
Este ano, 1014 jovens e adultos
desenvolvem atividades de voluntariado missionário em Portugal, com “uma
regularidade assegurada”.
A maior parte destes voluntários
desenvolve atividades de animação sociocultural e de trabalho na área da
educação e na área da pastoral.
A Fundação Fé e Cooperação dinamiza a Rede
do Voluntariado Missionário desde 2002 e em cada ano recolhe e compila os dados
de cada entidade associada.
Nas duas últimas décadas, Portugal contou
com 6443 respostas de voluntariado missionário realizado nos países em
desenvolvimento.
OC
Arcebispo de Moscovo recorda
perseguições contra cristãos no século XX e lembra vulnerabilidade de uma
sociedade sem Deus
D. Paolo Pezzi afirma que o perigo do totalitarismo não está afastado
O arcebispo de Moscovo
recordou hoje em Fátima as perseguições contra cristãos no século XX, alertando
para as consequências dos totalitarismos na vida das sociedades.
“O século XX ficou
marcado por uma perseguição particularmente sangrenta. Infelizmente, quando uma
sociedade renuncia ao anúncio do Evangelho torna-se facilmente vítima de
totalitarismos, do poder do homem sobre o homem”, disse D. Paolo Pezzi, na
homilia da Missa da peregrinação internacional aniversária do 13 de julho.
Perante milhares de peregrinos
reunidos no recinto de oração do Santuário de Fátima, sobretudo estrangeiros,
entre as quais se destacam os italianos, os polacos e os russos, o responsável
pela Arquidiocese de Mãe de Deus, na capital russa, sublinhou que a ação
missionária dos católicos é rejeitada “pela mentira, pela calúnia, pela
perseguição”.
“Na verdade, não
existe uma época da história que não tenha tido os seus mártires”, assinalou,
após evocar os cristãos perseguidos e martirizados nos primeiros séculos.
D. Paolo Pezzi sustentou
que, aos olhos da fé, existe a consolação de saber que a “Cruz de Cristo pode
vencer o ódio do mundo”.
“Sim, caríssimos
irmãos e irmãs, é consolador saber que existe um modo de vencer o ódio do
mundo, é a Cruz de Cristo. Isto mesmo nos recordaram os mártires do século XX:
o testemunho de um amor gratuito vence mesmo o ódio mais irracional”, salientou
o prelado.
O presidente da
celebração considerou que, ainda hoje, perante “a perseguição dos cristãos, que
não diminuiu, mas pelo contrário parece crescer a cada dia”, uma possível
convivência entre pessoas e comunidades “só é possível num testemunho até ao
martírio da fé e da caridade gratuita”.
“Ao longo destes
últimos meses tenho pensado frequentemente nas vítimas do ódio dos homens, em
todos aqueles que morrem destruídos pelo mal, pelo ódio de outros homens, seus
irmãos: quem, dentre eles, pôde ao menos pressentir o conforto do amor de
Cristo?”, questionou o prelado russo.
D. Paolo Pezzi, que
para além da comitiva eclesiástica se faz acompanhar de um grupo de 45 jovens
estudantes, dirigiu uma palavra aos mais novos para que procurem a sua vocação
de missionários.
“O anúncio da Boa Nova
insere-se na vocação que todo o homem recebe de Cristo. A comunicação
missionária do dom que recebemos não é assim um dever reservado só aos
sacerdotes ou às religiosas; não é uma questão de ofício ou profissão: “a minha
profissão é a de ser missionário”, não, o anúncio cristão diz respeito a todos,
homens, mulheres, crianças, jovens, idosos”, afirmou.
D. Paolo Pezzi
regressou a Fátima seis anos depois, liderando uma peregrinação de bispos
católicos de língua russa, e destacou a necessidade de uma entrega plena a Deus
como o único caminho da conversão. Na homilia apresentou Nossa Senhora como a
“testemunha e dócil serva do Senhor” cujo exemplo deve ser imitado pelos
homens.
“A Virgem Maria viveu
as Bem-aventuranças porque foi a testemunha, a dócil Serva do Senhor. Na Virgem
Maria, Deus fez uma casa para si, construiu um templo” destacou.
“Nossa Senhora é o
primeiro lugar onde plenamente, misteriosamente habita Deus. É o primeiro
templo, é a primeira igreja, mas também nós somos, juntamente com a Virgem
Maria, igreja. Também nós somos chamados a dilatar este mesmo acontecimento da
incarnação” prosseguiu o arcebispo de Moscovo, apelando à confiança na proteção
da Virgem Maria para “vencer o medo” e superar a distância que separa as pessoas.
“Peçamos à Senhora de
Fátima, a graça da conversão a Seu Filho, peçamos ao Espírito que faça voltar o
nosso olhar para Cristo, fonte de toda a paz, conforto, e de criatividade para
a nossa vida e para a vida dos nossos irmãos”, concluiu na sua homilia lida em
portugues, embora tenha terminado com breves palavras em russo.
A peregrinação
Internacional de julho, que evoca a terceira aparição de Nossa Senhora, tem
como tema “A Virgem Maria, Mãe da Consolação" e sublinha a ligação da
Rússia a Fátima.
De acordo com o
testemunho dos videntes Nossa Senhora disse-lhes que para impedir a guerra
seria necessária a consagração da Rússia ao Seu Imaculado Coração e a comunhão
reparadora nos primeiros sábados.
A encerrar a
peregrinação, antes da Procissão do Adeus, o bispo de Leiria-Fátima afirmou que
hoje, passados cem anos “é um dia memorável, histórico para a celebração deste
Santuário” porque “temos pela primeira vez connosco a igreja católica russa,
com os seus bispos a dar graças a Nossa Senhora pela paz que lhe deu e a
lembrar-nos essa promessa de consolação e de esperança para a humanidade e para
a igreja”.
“Obrigada pelo vosso
testemunho sobre o dom da consolação divina” disse D. António Marto
referindo-se à igreja russa como uma igreja “pobre e sofredora mas rica em fé e
esperança”.
D. António Marto
recordou que nesta peregrinação de julho Nossa Senhora confiou o segredo de
Fátima aos pastorinhos deixando-lhes a promessa de que por fim o Seu Imaculado
Coração triunfaria, que “é como quem diz “O senhor é mais forte que o mal e
Nossa Senhora é a imagem visível de que a palavra de Deus é a última na
história”.
A peregrinação de julho conta com mais de 6300
peregrinos inscritos no Serviço de Peregrinos do Santuário de Fátima, num total
de 140 grupos oriundos de 27 nações, incluindo vários países da antiga União
Soviética. No entanto, entre os grupos mais numerosos estão a Itália e a
Polónia com 35 e 27 grupos, respetivamente.
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