Pedi ao Senhor da Messe...
http://www.ecclesia.pt/semanaseminarios2012/
Convite
" A Igreja convida-nos a aprender de Maria (...) a contemplar o projecto de amor do pai pela humanidade, para amá-la como Ele a ama."
Mensagem Bento XVI, Dia Mundial das Missões 2010
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
DIA DE FIÉIS DEFUNTOS
“A maior parte das pessoas na realidade tem bastante medo de morrer. (…) a maneira como havemos de morrer é imprevisível e as nossas preocupações sobre isso são bastante inúteis. Em todo o caso, precisamos de estar preparados. Prepararmo-nos para a morte é a tarefa mais importante da vida (…) A morte, como Jesus falou dela, é o momento em que a plena derrota e a plena vitória se encontram.
(…) Como é que então nos preparamos para a morte? Vivendo cada dia na total consciência de sermos filhos de Deus, cujo amor é mais forte do que a morte. Especular e preocuparmo-nos com os últimos dias da nossa vida é inútil; mas fazer de cada dia uma celebração da nossa “amabilidade” como filhos e filhas amado(a)s de Deus permitir-nos-á viver os nossos últimos dias, breves ou longos, como dias de aniversário. As dores da morte são dores de parto. Por elas, deixamos o seio deste mundo e nascemos para a plenitude dos filhos de Deus.
A nossa vida é uma oportunidade curta para dizer “sim” ao amor de Deus. A nossa morte é um autêntico regresso a casa para acolher esse amor.
(…) Escrevendo aos cristãos de Filipos, o apóstolo Paulo diz: Desejaria partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor; mas continuar vivo é mais necessário por vossa causa.” (Fl 1, 23-24) O desejo mais profundo de S. Paulo é estar completamente unido a Deus por meio de Cristo e esse desejo fá-lo olhar para a morte como um “ganho”. Contudo o seu outro desejo é continuar vivo no corpo para acabar a sua missão.
Assim, somos desafiados mais uma vez a olhar a nossa vida a partir do alto. Se, com efeito, Jesus veio oferecer-nos uma comunhão plena com Deus, fazendo-nos partilhar da sua morte e ressurreição, que mais podemos desejar senão deixar os nossos corpos mortais para alcançar a meta final da nossa existência? A única razão para continuar neste “vale de lágrimas” é poder continuar a missão de Jesus que nos mandou ao mundo, como o Pai o mandou a Ele. Vista do alto, a vida é uma missão curta, por vezes penosa, cheia de ocasiões para fazer um trabalho frutuoso pelo reino de Deus, e a morte é a porta aberta que conduz à sala das celebrações onde o próprio Deus nos irá servir.
(…) Enquanto estivermos no corpo, tratemos bem dele de maneira a levar a alegria e a paz do reino de Deus àqueles que encontrarmos na nossa jornada. Mas, quando chegar o tempo da nossa morte, alegremo-nos também por podermos voltar a casa para estarmos com Aquele que nos trata por “amados”.
In: Aqui e Agora, Henri Nouwen
“A maior parte das pessoas na realidade tem bastante medo de morrer. (…) a maneira como havemos de morrer é imprevisível e as nossas preocupações sobre isso são bastante inúteis. Em todo o caso, precisamos de estar preparados. Prepararmo-nos para a morte é a tarefa mais importante da vida (…) A morte, como Jesus falou dela, é o momento em que a plena derrota e a plena vitória se encontram.
(…) Como é que então nos preparamos para a morte? Vivendo cada dia na total consciência de sermos filhos de Deus, cujo amor é mais forte do que a morte. Especular e preocuparmo-nos com os últimos dias da nossa vida é inútil; mas fazer de cada dia uma celebração da nossa “amabilidade” como filhos e filhas amado(a)s de Deus permitir-nos-á viver os nossos últimos dias, breves ou longos, como dias de aniversário. As dores da morte são dores de parto. Por elas, deixamos o seio deste mundo e nascemos para a plenitude dos filhos de Deus.
A nossa vida é uma oportunidade curta para dizer “sim” ao amor de Deus. A nossa morte é um autêntico regresso a casa para acolher esse amor.
(…) Escrevendo aos cristãos de Filipos, o apóstolo Paulo diz: Desejaria partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor; mas continuar vivo é mais necessário por vossa causa.” (Fl 1, 23-24) O desejo mais profundo de S. Paulo é estar completamente unido a Deus por meio de Cristo e esse desejo fá-lo olhar para a morte como um “ganho”. Contudo o seu outro desejo é continuar vivo no corpo para acabar a sua missão.
Assim, somos desafiados mais uma vez a olhar a nossa vida a partir do alto. Se, com efeito, Jesus veio oferecer-nos uma comunhão plena com Deus, fazendo-nos partilhar da sua morte e ressurreição, que mais podemos desejar senão deixar os nossos corpos mortais para alcançar a meta final da nossa existência? A única razão para continuar neste “vale de lágrimas” é poder continuar a missão de Jesus que nos mandou ao mundo, como o Pai o mandou a Ele. Vista do alto, a vida é uma missão curta, por vezes penosa, cheia de ocasiões para fazer um trabalho frutuoso pelo reino de Deus, e a morte é a porta aberta que conduz à sala das celebrações onde o próprio Deus nos irá servir.
(…) Enquanto estivermos no corpo, tratemos bem dele de maneira a levar a alegria e a paz do reino de Deus àqueles que encontrarmos na nossa jornada. Mas, quando chegar o tempo da nossa morte, alegremo-nos também por podermos voltar a casa para estarmos com Aquele que nos trata por “amados”.
In: Aqui e Agora, Henri Nouwen
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
DIA DE TODOS OS SANTOS
Hoje é dia de todos os santos: dos que têm auréola
e dos que não foram canonizados.
Dia de todos os santos: daqueles que viveram, serenos
e brandos, sem darem nas vistas e que no fim
dos tempos hão-de seguir o Cordeiro.
Hoje é dia de todos os Santos: santos barbeiros e
santos cozinheiros, jogadores de football e porque
não? comerciantes, mercadores, caldeireiros e
arrumadores (porque não arrumadoras? se até
é mais frequente que sejam elas a encaminhar
o espectador?) Ao longo dos séculos, no silêncio da noite
e à
claridade do dia
foram tuas testemunhas; disseram
sim/sim e não/não; gastaram palavras,
poucas, em rodeios, divagações. Foram teus
imitadores e na transparência dos seus gestos a
Tua imagem se divisava. Empreendedores e bravos
ou tímidos e mansos, traziam-te no coração,
olharam o mundo com amor e os
homens como irmãos.
Do chão que pisavam rebentava a esperança de um futuro de
justiça
e de salvação
e o seu presente era já quase só amor.
Cortejo inumerável de homens e mulheres que Te
seguiram e contigo conviveram, de modo admirável:
com os que tinham fome partilharam
o seu pão,
Olharam compadecidos as dores do
mundo e sofreram perseguição por causa da
justiça.
Foram limpos de coração e por isso
dos seus olhos jorrou pureza e dos seus lábios
brotaram palavras de consolação.
Amaram-Te e amaram o mundo
cantaram os teus louvores e a beleza da Criação
e choraram as dores dos que desesperam
tiveram gestos de indignação e palavras proféticas
que rasgavam horizontes límpidos.
Estes são os que seguem o Cordeiro
porque te conheceram e reconheceram e de ti receberam
o dom de anunciar ao mundo a justiça e a salvação.
In: Gramática do
Mundo, Maria de Lourdes BELCHIOR
OUTUBRO MISSIONÁRIO
“Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que apregoa a Boa Nova e que proclama a salvação..." Is 52, 7
A terminar o Outubro missionário,
aqui fica este relato da Missão da Calheta de S. Miguel, em Cabo Verde, com a verdade e profundidade de quem lhe
dedica a vida na totalidade. Bem-haja, caríssimo Missionário!
"Em pleno mês missionário, hoje senti-me verdadeiramente missionário. Tive
de andar cerca de 8 km a pé para ir ao encontro duma comunidade para lhes levar
a celebração da Eucaristia. Fiz a minha caminhada como peregrino e ao mesmo
tempo pensei no que devo caminhar, neste ano da fé. No fim senti-me cansado mas
FELIZ. Quando cheguei a Principal o sino tocou e todos ficaram felizes por verem o
sacerdote que já não viam há 1 mês devido ao mau estado do caminho." Pe. Nuno Cssp
“Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que apregoa a Boa Nova e que proclama a salvação..." Is 52, 7
sábado, 27 de outubro de 2012
30º Domingo Tempo Comum
"Estava um cego a pedir esmola à beira do caminho" (Mc 10)
"Estamos cegos e não vemos onde está o essencial da fé cristã. O episódio da cura do cego de Jericó é um convite a sair da nossa cegueira. No começo do Relato, Bartimeu 'está sentado à beira do caminho'. É um homem cego e desorientado, fora do caminho, sem capacidade para seguir Jesus. Curado da sua cegueira por Jesus, o cego não só recobra a luz, mas converte-se num verdadeiro 'seguidor' do seu Mestre, pois, desde aquele dia, 'seguiu Jesus pelo caminho'. É a cura de que necessitamos."
(J.A. Pagola, O
caminho aberto por Jesus)"Estamos cegos e não vemos onde está o essencial da fé cristã. O episódio da cura do cego de Jericó é um convite a sair da nossa cegueira. No começo do Relato, Bartimeu 'está sentado à beira do caminho'. É um homem cego e desorientado, fora do caminho, sem capacidade para seguir Jesus. Curado da sua cegueira por Jesus, o cego não só recobra a luz, mas converte-se num verdadeiro 'seguidor' do seu Mestre, pois, desde aquele dia, 'seguiu Jesus pelo caminho'. É a cura de que necessitamos."
to, Bartimeu 'está sentado à beira do caminho'. É um homem cego e
desorientado, fora do caminho, sem capacidade para seguir Jesus. Curado da sua
cegueira por Jesus, o cego não só recobra a luz, mas converte-se num verdadeiro
'seguidor' do seu Mestre, pois, desde aquele dia, 'seguiu Jesus pelo caminho'.
É a cura de que necessitamos."
(J.A. Pagola, O caminho aberto porEm pleno Ano da Fé, aceitemos pedir a Jesus que cure a "nossa cegueira" e nos faça ver a VIDA e os valores que verdadeiramente a podem tornar FELIZ!
(J.A. Pagola, O caminho aberto porEm pleno Ano da Fé, aceitemos pedir a Jesus que cure a "nossa cegueira" e nos faça ver a VIDA e os valores que verdadeiramente a podem tornar FELIZ!
Quem é o
cego Bartimeu?
Este episódio, mais do que
uma crónica, é uma CATEQUESE
baptismal:
- Jesus manifesta-se, passa pelo caminho do cego...
- O cego não vê, mas percebe a presença do Senhor e acolhe o convite...
- Trava-se o diálogo...
- O cego recebe a visão da fé e segue-O pela estrada.
Quem é o cego Bartimeu? Um cego, que por não poder viver do seu trabalho, mendigava".
O encontro acontece "ao longo do caminho".
No final, também Bartimeu segue Jesus "no caminho". O cego não estava no caminho, estava à margem da religião e da vida.
* A Cura de Bartimeu é mais do que a história de um cego....
É o caminho dos que querem ver para seguir Jesus.
O que faz o cego?
- Está atento à passagem de Cristo...
- Toma consciência da sua situação e decide sair dela.
- Supera o medo, a vergonha, começa a gritar, pede ajuda:
- Não desanima diante das contrariedades, continua à procura da luz… mesmo quando o povo o manda calar…
- E quando Jesus o chama: dá um pulo, deita para longe o manto e corre ao encontro daquele que podia restituir a vista.
- Saiu da margem do caminho e pôs-se no caminho com o Mestre.
* Deita fora o Manto, onde recolhia as esmolas... Para o pobre mendigo, o manto era a sua riqueza, a sua casa, o seu abrigo. Diante de Jesus deitou fora o seu manto, deixou tudo, porque compreendeu que encontrar JESUS na estrada é a maior riqueza, que podia conseguir.
- Quais são os obstáculos que impedem de nos aproximar-mos mais de Cristo?
* Dá um "Salto" ao encontro de Jesus: É um gesto significativo para um cego que "não vê" e se move com dificuldade. Bartimeu entendeu que Cristo podia curá-lo. Por isso, deitou fora o manto, deu um "Pulo" e se aproximou de Jesus.
Que tipos de pessoas o cego encontra? - Uns atrapalham: tentam abafar o seu grito... mandam-no calar...
- Outros ajudam, animam: "Coragem, ele te chama..."
- Jesus ESCUTA o grito sofrido e confiante do cego, PÁRA e LIBERTA: Da margem, Jesus coloca-o no centro do caminho. Dá a luz da VISÃO e a luz da Fé!
- Jesus manifesta-se, passa pelo caminho do cego...
- O cego não vê, mas percebe a presença do Senhor e acolhe o convite...
- Trava-se o diálogo...
- O cego recebe a visão da fé e segue-O pela estrada.
Quem é o cego Bartimeu? Um cego, que por não poder viver do seu trabalho, mendigava".
O encontro acontece "ao longo do caminho".
No final, também Bartimeu segue Jesus "no caminho". O cego não estava no caminho, estava à margem da religião e da vida.
* A Cura de Bartimeu é mais do que a história de um cego....
É o caminho dos que querem ver para seguir Jesus.
O que faz o cego?
- Está atento à passagem de Cristo...
- Toma consciência da sua situação e decide sair dela.
- Supera o medo, a vergonha, começa a gritar, pede ajuda:
- Não desanima diante das contrariedades, continua à procura da luz… mesmo quando o povo o manda calar…
- E quando Jesus o chama: dá um pulo, deita para longe o manto e corre ao encontro daquele que podia restituir a vista.
- Saiu da margem do caminho e pôs-se no caminho com o Mestre.
* Deita fora o Manto, onde recolhia as esmolas... Para o pobre mendigo, o manto era a sua riqueza, a sua casa, o seu abrigo. Diante de Jesus deitou fora o seu manto, deixou tudo, porque compreendeu que encontrar JESUS na estrada é a maior riqueza, que podia conseguir.
- Quais são os obstáculos que impedem de nos aproximar-mos mais de Cristo?
* Dá um "Salto" ao encontro de Jesus: É um gesto significativo para um cego que "não vê" e se move com dificuldade. Bartimeu entendeu que Cristo podia curá-lo. Por isso, deitou fora o manto, deu um "Pulo" e se aproximou de Jesus.
Que tipos de pessoas o cego encontra? - Uns atrapalham: tentam abafar o seu grito... mandam-no calar...
- Outros ajudam, animam: "Coragem, ele te chama..."
- Jesus ESCUTA o grito sofrido e confiante do cego, PÁRA e LIBERTA: Da margem, Jesus coloca-o no centro do caminho. Dá a luz da VISÃO e a luz da Fé!
in: http://acores-paroquia.blogspot.pt/2006/10/quem-o-cego-bartimeu.html)
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Dessa identificação com o crucificado, brota a sabedoria, isto é, a
compreensão da vida, da sua beleza e do seu segredo. Como dizia a primeira
leitura, não a podemos encontrar nas coisas preciosas deste mundo; ela está
ligada à plenitude de Jesus Cristo. “Amei-a mais do que a saúde e a beleza e
decidi tê-la como luz, porque o seu brilho jamais se extingue” (Sab. 7,10-11).
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
HOMILIA DO PAPA BENTO XVI, BEATIFICAÇÃO DO SERVO DE DEUS JOÃO PAULO II
"Senhor, envia-nos pelas estradas do mundo para proclamar o Teu Evangelho a todos os povos da terra. Convence-nos de que a Fé, enquanto dom, tem de ser partilhada. Dá-nos o Teu Espírito para que produza frutos e seja uma luz que ilumine toda a casa. Ajuda-nos, neste Ano da Fé, a anunciar-Te com coragem e persistência."
OBRIGADA, Pe. Nuno, por ser um MISSIONÁRIO zeloso, sempre disponível para o serviço da MISSÃO!
Subscrever:
Mensagens (Atom)











